{{'2017-06-25'| date:'longDate'}} Você é o seu presente, não o seu passado.

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O nosso passado é o caminho que traçamos para chegar onde estamos hoje. Por isso, ele tem uma grande influência sobre o que pensamos, o que dizemos, como agimos ou sobre as diferentes estratégias de enfrentamento que colocamos em prática. As experiências vividas, os ensinamentos adquiridos, as pessoas que conhecemos ou o que fomos aprendendo ao longo da nossa vida fazem parte da pessoa que somos hoje. Embora este passado constitua uma parte importante do nosso ser, é no presente e no futuro que está depositada a nossa capacidade de realizar transformações. Não somos o nosso passado, somos o nosso presente. O que fizemos há muito tempo definia a pessoa que éramos naquela época. Mas acontece que você já não é essa pessoa, você é a pessoa de hoje. Os seres humanos mudam, fazemos isso todos os dias, com cada nova informação ou aprendizagem adquirida, e é algo inevitável. Por isso, lamentar o que fizemos no passado só serve para nos machucar. É verdade que a culpa é uma emoção que, quando bem gerida, pode nos ajudar a reparar aquelas ações em que falhamos, mas se exagerarmos muito e essa culpa se transformar em uma obsessão, ela pode se tornar uma emoção tóxica que fará com que o presente escape das nossas mãos, além de não nos ajudar a superar o nosso passado. O passado é irreal Quando dizemos que algo é irreal, nos referimos ao fato de que ele não é tangível, não podemos acessá-lo, nem tocá-lo, cheirá-lo, vê-lo ou ouvi-lo. Se algo não pode ser percebido com nossos cinco sentidos, significa que não existe. Isto não quer dizer que não tenha existido ou que não tenha sido real em outro momento da sua vida. Evidentemente ocorreu, sabemos que aconteceu, mas agora só é real na nossa mente, na nossa realidade psicológica. Algo que só existe na nossa imaginação não pode mudar, não podemos agir sobre isso e, portanto, não faz muito sentido tomar ações no presente para modificar situações passadas. Por este motivo, vale a pena nos esforçarmos para nos “recolocarmos” no presente sempre que a nossa mente viajar para o passado. O mesmo vale para quando viajarmos para o futuro e formos inundados por uma ansiedade inútil. Em qualquer caso, a única coisa que realmente existe é o aqui e agora, o antes e o depois só vivem nas nossas cabeças. Uma coisa é a realidade do presente, sobre a qual verdadeiramente temos poder de influência, e outra completamente diferente é a realidade psicológica. Aqui, algumas das ações que colocamos em prática no presente não são apenas inúteis a nível prático, mas também machucam, pois nos fazem sofrer pelo que aconteceu ou pelo que ainda vai acontecer. Angustiar-se hoje por algo que aconteceu ontem é perder o tempo finito de que dispomos. Como posso focar a minha vida no presente? O primeiro passo é nos darmos conta de que o passado não é real. Pode ser que tenha sido em outro momento, mas não hoje, não agora e nem neste instante. Portanto, vamos deixar de dar importância e valor a algo que já não existe. O que podemos fazer é extrair um ensinamento para que agora, no presente, esse passado seja útil e faça parte de nós, mas sem deixá-lo mais tempo do que o necessário na nossa “realidade do agora“. O próximo passo é não dar mais possibilidades para a nossa mente viajar a outras realidades. A imaginação é um dom muito precioso, desde que não confunda com a verdadeira realidade nem que seja exagerada. Portanto, quando você perceber que seus pensamentos contêm um “isso deveria ter sido assim” ou “isso não deveria ter acontecido”, obrigue sua cabeça a voltar para o pensamento “isso é o que está acontecendo agora e é assim que deve ser”. Este exercício, se for praticado de forma consciente, fará com que você se habitue a não insistir no que já aconteceu. Por último, deixe de fazer tudo o que você faz no presente que tenha o objetivo de mudar magicamente o passado. Você tem que aceitar que o passado não pode ser mudado: o que aconteceu aconteceu, e é o que deveria ter acontecido. Seja algo bom ou ruim. Como não temos o poder para modificar os eventos que já aconteceram, não serve de nada vivenciar emoções que só seriam úteis se as tivéssemos sentido no passado. Também não vale a pena se castigar, machucar o outro, rezar, suplicar ou começar a remoer as coisas. A única coisa que é aproveitável é o ensinamento que podemos obter, para não cairmos na mesma armadilha hoje ou amanhã. Viva o presente, concentre-se no que existe ao seu redor: as pessoas que você está vendo agora, os objetos que está tocando, o que você cheira, o que come, o que ouve. Não existe mais nada, pelo menos por agora. Viva isso hoje e liberte-se do seu passado. Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/voce-seu-presente-nao-passado/


foto por Maria Júlia Zoccal Bresser
23 anos e recém-formada em Psicologia. Sonhadora, questionadora e busca encontrar uma resposta para todas as coisas que acontecem. Apaixonada pelos seres e pela vida!



{{'2017-06-25'| date:'longDate'}} AS PALAVRAS TÊM PODER: APRENDA A SER SEMPRE POSITIVO!

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A linguagem dirige nossos pensamentos para direções específicas e, de alguma forma, ela nos ajuda a criar a nossa realidade, potencializando ou limitando as nossas possibilidades. A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial, não só para uma boa comunicação com humanos, mas também com o Universo. A “Programação Neurolingüística” é um excelente caminho para quem busca desenvolver uma maneira positiva e correta de se expressar. Confira abaixo, um texto do “Instituto de Neurolingüística do Rio de Janeiro”: O cérebro humano está continuamente criando imagens mentais. Esta é uma das maneiras fundamentais pela qual nos orientamos no mundo que nos cerca. A estruturação mental de imagens permite ao cérebro criar relações entre os objetos no espaço físico que nossos sentidos podem detectar. Baseado nessas imagens, escolhemos como interagir com o mundo. As imagens são a fonte primária da escolha de nosso comportamento. Existem duas maneiras-chave pelas quais a mente recebe os dados dos sentidos com os quais criamos essas imagens. Uma é pelo que vemos e, a outra, é a da linguagem que ouvimos. Essa é conhecida tecnicamente como Imagem verbal, que tem um efeito poderoso no comportamento humano. Como usar isso conscientemente para nos comunicarmos de maneira mais clara? Quando uma pessoa ouve palavras, o cérebro imediatamente processa esse “dado sensorial” como uma imagem. Freqüentemente, a imagem criada no cérebro é contrária à idéia que as pessoas estão tentando comunicar. Na verdade, muitas vezes, é exatamente o oposto! Entretanto, em todas as áreas da comunicação humana torna-se importante, senão crítico, escolher conscientemente pala¬vras para criar o efeito desejado que estamos procurando numa dada situação. Exemplo: Uma das mais curiosas palavras da língua portuguesa é “NÃO”. A curiosidade vem do fato de que, em termos de imagem visual, o cérebro não pode processar a palavra “não”. É como se, dentro da mente humana a palavra “não” não existisse. Quando apresentado com um “não”, o cérebro imediatamente cria uma imagem que “não” era para ser criada. Você tem esta experiência quando tenta “não” imaginar um gorila rosa. O caso mais clássico dessa situação é o exemplo seguinte: Uma mãe dirige-se ao filho e diz as seguintes palavras: “Agora, querido, não derrame seu leite!” Qual é a imagem visual criada imediatamente na mente da criança? Claro: leite derramado! Aqui estão algumas das palavras negativas mais usadas: Não posso, Não, Não devo, Evitar e Nunca. É útil tornar-se consciente de quando e como você usa essas palavras. Quanto mais consciente você está, mais o seu cérebro começará a oferecer alternativas! Existe um segundo fator em relação a como nossa mente lida com essas imagens que é importante entender. O cérebro opera com um processo interno conhecido como Dissonância Cognitiva que trabalha em conjunto com a imagem visual, uma vez que uma imagem é criada, o cérebro procura transformar aquela visão em realidade. Com essa idéia em mente, pense no exemplo passado. A criança estava “imaginando” o leite derramando pela mesa. O que você acha que acontecerá depois? Você provavelmente adivinhou. Em alguns segundos, o braço da criança baterá “acidentalmente” no copo e o leite se derramará, porque num nível inconsciente o cérebro, através do mecanismo de dissonância cognitiva, está procurando trazer para a realidade a imagem visual que ele está vendo! Embora a mãe repreenda a criança por “não prestar atenção”, a criança, verdadeiramente, estava prestando muita atenção a exatamente o que a mãe disse! O termo Imagem Mental é mais útil se for expandido para incluir um aspecto adicional. As imagens que queremos eliminar, freqüentemente, contêm o que poderia ser denominado de ações negativas ou conseqüências. Aquelas que queremos criar são, comumente, positivas. Adicionando essa idéia à primeira, de criar imagens, chegamos ao termo: Imagens Mentais Positivas. Imagens Mentais Positivas são a meta de qualquer pessoa que está, conscientemente, escolhendo suas palavras para comunicar uma idéia de maneira correta. Aqui está um exemplo para ilustrar este ponto que inclui duas imagens mentais que devem ser ajustadas de imagens negativas para positivas… Um professor faz a seguinte declaração: “Não cometa muitos erros ou você não passará no teste!” Estão sendo criadas duas imagens: erre e falhe! Ao invés disso, o professor poderia ter falado… “Certifique-se de acertar o máximo que você puder, e você receberá uma nota excelente no teste!” Conscientemente, escolher com cuidado que palavras usar pode parecer estranho no princípio. Essa estranheza é resultado de fazer algo diferente do que lhe é familiar. Fazendo uma analogia, lembre-se da primeira vez que você andou de bicicleta. Isso pode ter sido extremamente estranho no início. Eventualmente, no entanto, foi se acostumando e, então, andar de bicicleta tornou-se algo completamente natural para você. – Refaça cada frase usando Imagens Mentais Positivas. – Escreva suas respostas no espaço abaixo. Exemplo: Frase: “Não saia sem o seu casaco”. Refazendo a Frase: “Lembre-se de levar seu casaco se for sair”. Exercite, Refaça as Frases na Forma Positiva usando sua criatividade: – “Não olhe para lá”. – “Tente não se atrasar”. – “Seja cuidadoso, não torça o tornozelo”. – “Por favor, complete essa avaliação sem olhar seu caderno, o quadro na frente da sala ou a prova dos outros”. – “Esteja consciente do perigo de perder a paciência”. – “É importante evitar áreas escuras na rua, isso vai prevenir que ladrões tenham a oportunidade de atacar você”. – “Em nenhum momento durante uma emergência, você deve permitir que o pânico e as emoções atrapalhem você”. – “Evite sair dessa sala por essa porta porque você pode disparar o alarme de incêndio”. OS 10 AUXILIARES LINGÜÍSTICOS: 1) CUIDADO COM A PALAVRA “NÃO”. A frase que contém a palavra “NÃO”, para ser compreendida, traz à mente o que está junto com ela. O “NÃO” existe apenas na linguagem e não na experiência. Por exemplo: pense em “NÃO”… Não vem nada à mente. Agora, vou lhe pedir não pense na cor vermelha… Eu pedi para você “NÃO” pensar na cor vermelha e você provavelmente pensou. Procure falar no positivo, diga o que você quer e não o que você não quer, por exemplo: uma pessoa diz a outra, “Não mexa no meu computador”, ele deveria dizer algo como …”No meu computador só quem mexe sou eu”, ou “Você está proibido de mexer em meu computador”. 2) CUIDADO COM A PALAVRA “MAS”, QUE NEGA TUDO O QUE VEM ANTES. Por exemplo: “O Pedro é um rapaz inteligente, esforçado, MAS…”. Substitua o MAS por E, quando indicado. 3) CUIDADO COM A PALAVRA “TENTAR”, QUE PRESSUPÕE A POSSIBILIDADE DE FALHA. Por exemplo: “Vou tentar encontrar com você amanhã às 8 horas”. Em outras palavras: Tenho grande chance de não ir, pois vou “tentar”. Evite TENTAR quando quiser fazer algo, afirme que fará, e faça. 4) CUIDADO COM A PALAVRAS “DEVO”, “TENHO QUE” ou “PRECISO” Que pressupõem que algo externo controla sua vida. Em vez delas use “QUERO”, “DECIDO”, “VOU”. 5) CUIDADO COM “NÃO POSSO” ou “NÃO CONSIGO” Que dão a idéia de incapacidade pessoal. Use “NÃO QUERO”, “DECIDO NÃO”, ou “NÃO PODIA”, “NÃO CONSEGUIA”, que pressupõe que vai poder ou conseguir. 6) FALE DOS PRODBLEMAS OU DESCRIÇÕES NETATIVAS DE SI MESMO. Utilizando o tempo do verbo no passado ou diga ainda. Isto libera o presente. Por exemplo: “eu tinha dificuldade de fazer isso”; “não consigo ainda.” A palavra “ainda”, pressupõe que vai conseguir. 7) FALE DAS MUDANÇAS DESEJADAS PARA O FUTURO UTILIZANDO O TEMPO PRESENTE DO VERBO. Por exemplo: em vez de dizer “Vou conseguir”, diga “Estou conseguindo”. 8) SUBSTITUA O “SE” POR “QUANDO”. Por exemplo: em vez de falar “Se eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar”, fale “Quando eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar”. “Quando” pressupõe que você está decidido. 9) SUBSTITUA “ESPERO” POR “SEI”. Por exemplo: em vez de falar “Eu espero aprender isso”, diga “Eu sei que vou aprender isso”. ESPERAR suscita dúvidas e enfraquece a linguagem. 10) SUBSTITUA O CONDICIONAL PELO PRESENTE. Por exemplo: Ao invés de dizer “Eu gostaria de agradecer à presença de vocês”, diga “Eu agradeço a presença de vocês”. O verbo no presente fica mais forte e concreto. Falar corretamente é muito importante. O que nos diferencia dos animais é o som ordenado que transmite a sabedoria, o conhecimento e a capacidade de comunicação com o Universo. Quando estamos evoluindo neste ser humano que tem de se tornar simplesmente um Ser, temos que ter em mente que aprender a falar corretamente, positivamente, claramente, sem gírias ou palavrões é um caminho para o controle de nossas faculdades, utilizando assim, um pouco daquela capacidade que desprezamos ao utilizarmos um décimo de nosso Potencial Divino… Fonte: https://osegredo.com.br/2015/03/as-palavras-tem-poder-aprenda-a-ser-sempre-positivo/


foto por Yarivatar Tiago Nigro
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{{'2017-06-25'| date:'longDate'}} Você já ouviu falar em Ho’oponopono?

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Tudo o que acontece a sua volta começa dentro de você. Memórias e sentimentos possuem uma grande influência sobre nós e só nós temos o poder desfazer mudanças em nossas vidas. Para o Ho’oponopono, a primeira coisa a fazer é assumir 100% da responsabilidade do que acontece dentro de você, mesmo sem entender direito do que se trata. Praticando Ho’oponopono Para praticar o Ho’oponopono você precisa pedir a Deus, ou como preferir chamar essa força superior, que limpe e purifique a origem de seus problemas, ou seja, suas recordações, memórias e o que lhe faz mal. Diga a seguinte afirmação: “Divindade, limpe em mim o que está contribuindo para esse problema”. Em seguida, use as frases nessa sequência: “Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.” Fale essas palavras várias vezes e, se sua intuição mandar, prenda-se em um específica e repita com mais frequência. Dessa maneira você neutraliza a energia associada a determinada pessoa ou lugar, transformando-a em energia. Conheça o que significam as frases do Ho’oponopono Veja abaixo o que cada frase significa, para que você as diga com mais convicção e consciência. “SINTO MUITO”: Você reconhece que algo entrou no seu sistema corpo/mente. Mesmo que você não saiba exatamente o que é, é importante pedir perdão interior pelo que isso trouxe a você. “ME PERDOE“: Com essa frase você pede ajuda para se perdoar, que é uma atitude difícil, porém importante e libertadora. “TE AMO“: Esta frase faz a conexão com o Divino, transmutando energia bloqueada em energia fluida. “SOU GRATO“: Com esta frase você expressa sua fé de que tudo será resolvido para o bem maior de todos envolvidos na situação. O Ho’oponopono é muito simples de ser praticado. Você não precisa estar em um estado de meditação ou relaxamento. Assim que perceber um conflito, medos, ansiedades ou dúvidas, repita as frases e perceba os resultados. Deixe que essa força que surgir tome conta de você. Em alguns momentos você poderá sentir vontade de tomar alguma decisão e fazer algo a respeito. Em outros, pode se dar conta de que o melhor é ficar calado. Seja qual for o seu impulso, ouça seus instintos e sinta-se preparado para os novos desafios que surgirem. Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/ja-ouviu-falar-hooponopono/


foto por Maria Júlia Zoccal Bresser
23 anos e recém-formada em Psicologia. Sonhadora, questionadora e busca encontrar uma resposta para todas as coisas que acontecem. Apaixonada pelos seres e pela vida!



{{'2017-06-20'| date:'longDate'}} Eu me amo?

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Eu me amo? Não sei se você já se fez esta pergunta, ou parou para analisar a profundidade dela. Digo isto pois para mim foi uma porta que se abriu para muitas descobertas. Temos em mente um conceito do que é amar: Amar a Deus, amar o próximo... Mas, me amar? Estou dizendo estas coisas, pois uma vez parei para meditar o seguinte fato que estava em meu coração. Será que tenho me amado o suficiente? A partir deste questionamento pude descobrir o quanto eu precisava me amar, chegando a esta conclusão a partir de simples perguntas: - Eu me aceito do jeito que sou? Gosto do meu corpo como ele é? Gosto da minha essência? Me perdoei pelo que já fiz de errado? Gosto das minha atitudes em determinadas situações? Acredito em meu potencial? E pelas respostas a cada pergunta, fui vendo o quanto eu precisava me amar, me aceitar, me admirar, me perdoar... Não é difícil encontrarmos duras verdades dentro de nós, quando procuramos com sinceridade, e apesar de ser doloroso o processo, digo que é essencial, pois precisamos saber o que passa dentro de nós. Depois de me auto observar pude perceber o quanto de mudanças em minha vida e pensamentos tinham que acontecer. E olhei para dentro do meu ser, muito além do que poderia imaginar que existia, lá no fundo da sabedoria, lá onde mora a minha essência, e descobri o ser humano preciso que a cada dia é lapidado com as experiências da vida para ser melhor e para me amar mais..


foto por Milena Manachini
Médica Acupunturista / Reikiana, formada pela Unig - Universidade Iguaçu - RJ. Início Free Mind Março/17. Ama viajar, estar com a família e amigos e acredita que toda reflexão deve ser bem vinda, e nos dá chances para o crescimento emocional, pessoal e autoconhecimento!



{{'2017-06-18'| date:'longDate'}} Aprendendo a viver de novo...

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Ok. Você traz na uma bagagem emocional repleta de experiências que podem lhe afligir quando recordadas. Não sei o porquê, mas temos uma tendência a lembrá-las definindo-as pelos seus desfechos. E se terminaram, sem um final propriamente feliz, tendemos a desprezá-las ou as tratamos como se fossem vacinas que irão nos prevenir de novos males. Não perca de vista, entretanto, as riquezas trazidas por estas experiências. Seja pelos momentos felizes, seja pelos frutos concebidos, seja por ter testado sua capacidade de sobreviver e superar os desafios dos momentos de tristeza, de angústia ou aflição. Orgulhe-se da sua capacidade de resiliência, pois se você sobreviveu, de alguma forma reagiu positivamente. E se teve que tomar decisões difíceis, parabéns pela sua coragem! Você certamente não foi moldado na “linha de produção” típica que assola os acomodados. Quando um novo horizonte bater a sua porta, aproveite! Siga a estrada de tijolos amarelos… Vá conhecer novos lugares que farão parte de sua história. Dê-se ao luxo de viver novamente, de acreditar que pode ser feliz por inteiro… e até pensar num “para sempre”, por que não? É para isso que as experiências servem, elas nos tornam cada vez melhores e mais aptos a acertar. E até mesmo se errar novamente, elas lhe servirão como amortecedores mais potentes do que outrora. Não se preocupe com o amanhã. Com exceção do dia em que chamarem a sua “senha”, ele virá. Preocupe-se com o hoje, pois dando o seu melhor hoje, você pode ter certeza de que seu amanhã sempre será o melhor possível, ao menos no que depender de você. E dando o seu melhor “hoje”, você também o fará amanhã e depois e depois… pois somente o hoje existe. Aproveite a dopamina, a sensação de prazer que um simples pensamento ou lembrança de uma nova esperança no ar lhe traz. Ela será passageira, pois como tudo na vida, tem seu prazo de duração e irá se transformar em algo diferente com o decorrer do tempo. E quando essa transformação chegar, apenas significará que novas fases virão. Cada qual com seu gosto especial. Aproveite, valorize e saiba enxergar o valor da rotina, do estável, do perene. Faça bom uso da sua comunicação para que ninguém se perca em pormenores e trivialidades do cotidiano. Nem todos enxergam com a mesma lucidez em todos os momentos…Talvez seja hora de falar sobre isso “num lugar que só vocês conhecem”. O tempo só desgasta as relações que, de alguma forma, não são cuidadas, pelo menos por uma das partes. Então, se você se der conta de que borboletas andam revoando em seu estômago, friozinho na barriga e euforia repentina… Aproveite, pois “em tempos assim você aprende a viver de novo; em tempos assim você se entrega e se entrega de novo; em tempos assim você aprende a amar de novo…” Fonte: https://osegredo.com.br/2017/06/aprendendo-viver-o-novo/


foto por Karen Costa
Engenheira de Alimentos, formada pela Universidade Estadual Paulista - UNESP. Gosta tanto das pessoas quanto gosta dos números. Apaixonada por viagens e por aprender cada dia mais, pois cada momento apresenta uma oportunidade para ser aproveitada. Acredita que a vida é feita de sonhos e vontade para realizá-los.



{{'2017-06-18'| date:'longDate'}} Você conhece os efeitos do mar sobre o seu cérebro?

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O mar é saudável de qualquer ponto de vista. Quando o ser humano tem a oportunidade de apreciar extensões infinitas, ocorrem mudanças na sua percepção, no seu estado emocional, e essas mudanças se potencializam quando esse espaço infinito tem um movimento cadenciado. Por isso, algumas pessoas ficam contemplando o mar por muito tempo. O cérebro é dotado de uma propriedade conhecida como plasticidade. Isto tem a ver com o fato de que tudo o que experimentamos produz uma mudança em sua arquitetura, seja em maior ou menor grau. Por exemplo, a meditação e contemplar o mar são algumas das experiências que provocam uma poderosa mudança no nosso estado mental. “Éramos eu e o mar. O mar estava sozinho e eu também. Um dos dois desapareceu.” – Antonio Porchia – Não é por acaso que tantos poetas do mundo têm dedicado seus versos ao mar. Essa massa gigantesca de água cria grandes emoções e a percepção do seu movimento pode ter uma ressonância muito poderosa no nosso sistema nervoso. Então, vamos mergulhar em alguns dos seus efeitos. 1. O mar aumenta a criatividade Já está comprovado que os ambientes sobrecarregados de estímulos simultâneos geram muito estresse. É o que acontece, por exemplo, quando caminhamos por uma enorme avenida da cidade, com muitos carros, muitas pessoas, muitas construções… O nosso olhar encontra centenas de estímulos ao mesmo tempo e nos sentimos oprimidos. Com o mar acontece exatamente o contrário. É uma grande extensão de água, onde alguns elementos se destacam: as ondas, as aves marinhas e talvez algum barco. Cada elemento é totalmente identificável. Diante disso, o cérebro reage imaginando e criando. Esse ambiente tranquilo nos permite gastar uma boa parte dos nossos recursos para gerar ideias inovadoras, enquanto em lugares mais estimulantes teríamos que dividir a nossa atenção. 2. O mar facilita a meditação O mar provoca uma experiência que envolve quase todos os nossos sentidos. Ele tem um som suave e ritmado que captamos através do ouvido. Ao mesmo tempo, as cores azuis ou verdes do oceano são tons que acalmam a mente. O mar também atinge o olfato, com o seu sabor mineral e de vida. Todo esse conjunto aumenta as ondas alfa no cérebro. Estas ondas são características do sono, mas neste caso, elas aparecem durante a vigília porque fixamos a atenção em um foco fixo e pouco variável. Este é o mesmo estado cerebral conseguido através da meditação, e tem o poder de nos ajudar a eliminar os elementos tóxicos da mente. 3. O mar ajuda a relaxar e reduz a ansiedade Este talvez seja o efeito mais visível do mar no cérebro. A cor, o movimento e a extensão do mar têm um efeito de relaxamento sobre o cérebro e o sistema nervoso. Temos diante dos nossos olhos um espaço completamente aberto, que se funde com o infinito do céu e promove uma sensação de tranquilidade. Instintivamente, o mar calmo gera confiança. Isto porque ele é uma extensão plana, onde não existem lugares “escondidos”. Nosso cérebro o identifica como uma ausência de ameaças e, por isso, elimina as vozes de alerta. O resultado é o relaxamento do sistema nervoso. Além disso, algo dentro de nós sabe, biologicamente, que viemos de lá. Que a água gera a vida. De alguma forma, nos sentimos em um ambiente “familiar” e protetor. 4. O mar interrompe a ruminação dos pensamentos A ruminação dos pensamentos corresponde a pensar de forma obsessiva em um mesmo assunto. Você tem em mente algo que não consegue esquecer, não consegue encontrar uma nova solução e sempre volta ao ponto de partida. São as mesmas perguntas, as mesmas respostas, as mesmas inquietações. O mar nos ajuda a interromper esses ciclos prejudiciais de pensamentos que se assemelham a uma rua sem saída. Ele é um espaço que tem pouca relação com os nossos ambientes do cotidiano, não há muitas referências que podem nos lembrar das nossas rotinas. Esta é uma ruptura que contribui para afastar as ideias obsessivas, que tantas vezes nos perseguem no dia a dia. 5. O mar tem um efeito relativamente hipnótico A simples contemplação do mar nos ajuda a entrar em um novo estado de espírito. Como dissemos anteriormente, ele estimula a produção de ondas alfa. Ao mesmo tempo, a partir do ponto de vista emocional, exerce uma grande atração sobre nós e isto nos leva a relativizar o tempo. Por isso, podemos ficar longos períodos olhando o oceano sem perceber o tempo passar. O mar é definitivamente uma das maravilhas da natureza. Ele nos leva a experimentar um momento transcendental e, ao mesmo tempo, renovador. É equivalente a uma terapia pelos seus efeitos extraordinários sobre o cérebro. É, sem dúvida, um dos melhores lugares para irmos quando a inquietação nos invade, já que em suas águas podemos nos livrar das preocupações. Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/efeitos-mar-sobre-cerebro/


foto por Maria Júlia Zoccal Bresser
23 anos e recém-formada em Psicologia. Sonhadora, questionadora e busca encontrar uma resposta para todas as coisas que acontecem. Apaixonada pelos seres e pela vida!






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