{{'2017-09-18'| date:'longDate'}} Como ser o seu eu autêntico em qualquer situação da vida:

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Todos nós conhecemos o sentimento de acordar sentindo que tudo está errado. Ficamos irritados o dia todo, desnecessariamente chateados com coisas muito pequenas. Sabemos que estamos fora de alcance e sentimos uma estranha sensação de caos dentro de nós mesmos. Poderia ser por que simplesmente não somos autênticos? E então, há o sentimento de irmos atrás de algo que achamos que precisamos desesperadamente, como o mais recente dispositivo eletrônico que todos parecem possuir, mas que nos proporciona apenas um prazer momentâneo. Desejamos poder aguentar a alegria fugaz que nos invade, mas ela evapora surpreendentemente rápido. Isso poderia acontecer, novamente, porque realmente não ouvimos nosso eu autêntico? Alguns de nós desenvolvem uma configuração consistente e previsível do “eu” muito cedo na vida. Essas pessoas também conhecem a perseguição infrutífera de direção equivocada, e vivem vidas de estabilidade e propósito claros. Mas a maioria de nós é mais maleável e, portanto, mais vulnerável às reviravoltas inesperadas da vida. Isso não é necessariamente uma coisa ruim. A capacidade de sair do nosso estado padrão nos permite entrar nas vidas dos outros com maior empatia e compaixão. Podemos deixar ir uma visão singular do mundo e um senso rígido do “eu”, para nos abrirmos a uma maior criatividade e inspiração, que são múltiplas expressões do “eu”. O problema surge quando essa flexibilidade não é fundamentada em um forte senso de si mesmo. A menos que nossas ideias de quem somos e quem desejamos nos tornar sejam coerentes, experimentamos mal-estar e medo, e começamos a nos sentir perdidos na teia da vida. Então, abaixo estão quatro elementos essenciais para viver autenticamente, no ponto mais doce entre rigidez e caos: 1. Buscar recursos naturais Todos nós nascemos com um conjunto inato de forças de caráter, algumas das quais são mais naturais para nós do que outras. Alguns de nós podem estar prontamente inclinados a procurar a aventura, outros podem achar que a bondade e a empatia vêm naturalmente, enquanto outros podem nascer líderes. Uma pesquisa mostra que conhecermos e usarmos nossos melhores pontos fortes nos faz sentir autênticos e nos proporciona uma sensação de satisfação. Também nos conecta a nossas paixões e nos leva a momentos de fluxo. 2. Conectar-se à sua luz orientadora Nós somos moldados pelo nosso ambiente mais do que costumamos perceber, especialmente quando somos novos. Os valores que formamos através das nossas primeiras interações, tornam-se a nossa bússola moral e luz orientadora. Eles são tão essenciais para o nosso bem-estar que temos um sistema de alerta interno que nos avisa quando agimos de forma contrária a este código moral. Sentimos culpa, vergonha e até mesmo raiva de nós mesmos, o que nos lembra de corrigirmos nosso comportamento. Estar ciente dessas emoções negativas nos impede de nos desviarmos, especialmente quando precisamos nos adaptar a novos desafios. Ao mesmo tempo, também precisamos atualizar nossos valores e não ficar presos nos que foram formados por experiências passadas e que não nos beneficiam mais na vida. 3. Libertar as condições de valor Os valores também dão origem aos sonhos que aspiramos e aos objetivos que criamos. Como tal, eles se tornam a força motriz de nossas vidas e nos fazem buscar a melhor versão possível de nós mesmos. Por vezes, podemos nos confundir entre esse eu ideal e o “eu deveria”, que pode surgir quando nossas interações iniciais se baseiam no que o psicólogo Carl Rogers chama de “condições de valor”. Podemos ficar presos nas expectativas que outras pessoas e a sociedade nos colocam, e perder de vista o que realmente desejamos. Ser claros sobre como queremos ser lembrados nos liberta de toda essa bagagem não essencial e nos dá liberdade para sermos verdadeiros para nós mesmos. 4. Execute no palco da vida Os seres humanos são únicos nas imagens mentais que criam de si mesmos em um mundo fortemente interligado. É através dessas conexões com outras pessoas e outros lugares que formamos um senso de identidade. Não podemos ser autênticos, a menos que possamos nos adaptar a fatores sociais e situacionais. Uma criança pode não saber que certos comportamentos são totalmente inapropriados em certos lugares, mas, como adultos, conhecemos a importância de cada ambiente. Não somos inautênticos quando nos adaptamos de acordo com as situações. Estamos simplesmente atuando no palco da vida, interpretando personagens diferentes, todos emergentes da interação dinâmica de nossos muitos pontos fortes e valores. Penso na autenticidade como uma árvore – o majestoso edifício que nos ensina muito em seu silêncio. Nossos pontos fortes e valores são as raízes que nos alimentam, o tronco é a sólida estrutura de propósito, e os ramos flexíveis que balançam na brisa são nossos seres fluidos que nos permitem tornar-nos apenas um com o fluxo da vida. Fonte: https://osegredo.com.br/2017/08/como-ser-o-seu-eu-autentico-em-qualquer-situacao-da-vida/


foto por Isabella Pederçole
Estudante de Engenharia de Produção, desde que começou a participar do Free Mind CB busca a consciência e a presença para aprender constantemente tudo que a vida pode proporcionar. Acredita que a vida é sentida e vivida quando o termo gratidão toca o coração.



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